Fique por dentro dos detalhes acerca do cargo de técnico processual da Procuradoria-Geral do Estado, como o requisito exigido, remuneração e atribuições.

Ainda em 2021 deverá ser lançado o edital do novo concurso público da Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro (PGE-RJ). O órgão ainda contratará uma banca organizadora, porém, mantém-se a previsão dada pelo procurador-geral, Bruno Dubuex, de que o edital para técnico processual e analista processual será lançado até dezembro deste ano, com provas sendo aplicadas no primeiro trimestre de 2022.

Um dos cargos mais atrativos do quadro da PGE-RJ é o de técnico processual, destinado a pessoas com apenas o nível médio de escolaridade. Dessa forma, permite-se que um número maior de concurseiros queira em se inscrever.

Confira ao longo dessa matéria os principais detalhes sobre o cargo de técnico processual:

Atribuições de um técnico processual

Esse profissional desempenha atividades de mediana complexidade, em grau de auxílio, executa tarefas relacionadas com as atividades-meio da PGE-RJ, nas áreas de profissionalização definidas em ato do Procurador-Geral do Estado, e outras atribuições compatíveis com sua especialização.

Remuneração e estabilidade

Um técnico processual receberá, mensalmente, remuneração de R$5.110. Dentro desse valor, o profissional terá direito a R$1.290 de auxílio-alimentação e refeição.

Os novos técnicos serão contratados por meio do regime estatutário, que assegura estabilidade no emprego.

Lotação e Carga de trabalho

Diferentemente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), que lotará os futuros técnicos e analistas em 11 comarcas espalhadas pelo estado, os futuros técnicos do PGE-RJ serão lotados na sede do órgão, localizada na Rua do Carmo, no Centro do Rio de Janeiro. A carga de trabalho desse profissional é de 40 horas semanais.

Como se preparar para as provas do próximo concurso?

Enquanto o edital não é realizado, vale a pena o concurseiro se referenciar através do último concurso para técnicos processuais, realizado em 2009. Na época, as provas foram elaboradas pela Fundação Carlos Chagas, que exigiu dos candidatos a esse e aos demais cargos do concurso a resolução de 60 questões.

  • 30 questões de Conhecimentos Básicos: Português e Informática;
  • 30 questões de Conhecimentos Específicos: Direito Administrativo, Direito Constitucional e Direito Processual.

Cada acerto nessa prova valia dois pontos. Para conquistar a aprovação, o candidato precisava atingir pontuação igual ou superior a 180 pontos. Esse número é resultado da multiplicação entre a nota em cada prova pelo respectivo peso, e que depois, somava-se as notas obtidas em cada avaliação.

Só para você ter uma ideia, a nota de corte para técnico processual do concurso de 2009 foi de 223,09. Isso significa que o último aprovado para esse cargo atingiu 43,09 pontos a mais do que o mínimo necessário.

Mas engana-se que o último edital de técnico processual da PGE-RJ é a única referência para o concurso que está por vir. Durante a live do DC Entrevista, o presidente da Associação dos Servidores Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro (Asproerj), Rodrigo Lélis, recomendou aos futuros candidatos estudarem através do edital de técnico judiciário do TJ-RJ, já que ambos os órgãos pertencem à esfera judicial.

Assista abaixo a entrevista completa com o presidente da Asproerj:

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