Como o conteúdo de Língua Portuguesa é extenso, Tiago Magalhães afirma que os futuros candidatos devem estudar a teoria de forma bem objetiva e com muita dedicação.

Língua Portuguesa deverá ser a disciplina com o maior número de questões na prova de investigador. Ao menos, essa tem sido a lógica nos últimos concursos realizados pela Polícia Civil-RJ. Por isso, os candidatos não podem sequer pensar em se descuidar no estudo dessa matéria.

Mas qual a melhor maneira de estudar a disciplina, ainda mais quando a organizadora do concurso não foi ainda escolhida? Na visão do professor Tiago Cesar Magalhães, que leciona na Degrau Cultural, os futuros candidatos devem começar aos estudos por meio dos tópicos que sempre caem em provas.

“Na minha matéria, por exemplo, é essencial estudar: acentuação, flexão verbal, concordância, regência, crase, semântica dos conectores, colocação pronominal, reescritura de frases e análise textual”, apontou o professor, destacando ainda que acredita que a prova deva trazer de 25 a 30 questões de Língua Portuguesa.

Como o conteúdo de Língua Portuguesa é extenso, o professor afirma que os futuros candidatos devem estudar a teoria de forma bem objetiva e com muita dedicação, além de realizar muitos exercícios.

No que tange ao programa de Língua Portuguesa, Tiago Magalhães diz que os candidatos podem usar como base o conteúdo do último concurso da Polícia Civil (aberto em 2014 para papiloscopista), mas também utilizando editais de certames mais recentes, de polícias civis de outros estados: “O mais importante é priorizar o estudo dos assuntos que sempre caem nas provas para segurança pública”, garantiu.

Uma outra recomendação do professor é para que os futuros candidatos se mantenham focados na preparação e evitem acompanhar especulações: “Aguardem efetivamente as instruções e determinações do órgão e do governo do Estado do Rio de Janeiro. Enquanto isso, estudem a teoria de forma bem objetiva. Resolvam sempre questões, revisem os pontos onde erram mais e realizem simulados. Estudem todos os dias, o tempo que der e puder. Além de tudo isso, que já não é pouca coisa, não descuidem da parte física.”

Como cada banca concorrente costuma aplicar a prova de Português?

Por fim, o professor Tiago Magalhães traçou breves comentários sobre cada uma das sete organizadoras que encaminham propostas para ficar à frente dos concursos da Polícia Civil-RJ. Veja:

FGV “É uma banca, que sempre causa polêmica na parte de interpretação e de semântica. Então, é necessário treinar bastante por meio de provas anteriores, a fim de entender o que ela defende sobre determinados aspectos.”

Cebraspe “Também é uma boa banca. Costuma elaborar provas que seguem uma mesma linha de raciocínio sempre.”

Instituto AOCP “É bem burocrática nos conteúdos, mas costuma trazer textos longos e questões cansativas. O nível de dificuldade é bem tranquilo, o que acaba elevando a nota de corte.”

Instituto Selecon “É uma banca que costuma cobrar os assuntos mais recorrentes, sem grandes polêmicas.”

IBFC “Não gosta muito de provas difíceis, repletas de pegadinhas. A banca costuma dar preferência a provas medianas e que cobrem o fundamental da disciplina.”

Idecan “Também costuma ser bastante objetiva na cobrança dos assuntos, sem recorrer a pegadinhas, optando por enunciados claros e diretos.”

IBPG “É uma organizadora que costuma elaborar provas com nível fácil/mediano, optando por enunciados sem pegadinhas e tratando do assunto com bastante objetividade.”

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