Seleção para todos os níveis de escolaridade para a Indústria de Material Bélico do Brasil deve sair em dezembro, para suprir déficit que chegou a 114 cargos vagos.

Quem pretende concorrer para o concurso da Indústria de Material Bélico do Brasil, agora já possui uma referência para os concorrentes seguirem se preparando para as provas. Se antes o edital estava previsto para sair nesta última semana de outubro, agora o Imbel trabalha para divulgá-lo em dezembro.

De acordo com a Assessoria de Comunicação da Imbel, “A Imbel, junto com a Fundação Getúlio Vargas, organizadora da seleção, está em tratativas urgentes para o lançamento do edital”. Apesar dos esforços da organização do concurso de poder lançar o edital o mais breve possível, a divulgação do mesmo não será neste mês de outubro.

Caberá à Fundação Getúlio Vargas (FGV), banca organizadora desse concurso, elaborar esse documento, com todas as informações a respeito do concurso, onde será informado o quantitativo de vagas para cada um dos cargos contemplados nessa seleção, para todos os níveis de escolaridade:

  • Nível fundamental: agente de apoio operacional;
  • Nível médio: guarda de segurança patrimonial, motorista, oficial de produção industrial, auxiliar técnico industrial, auxiliar técnico administrativo e oficial de ferramentaria industrial;
  • Nível médio/técnico: técnico Industrial especializado; técnico em Radiologia, técnico em Enfermagem do Trabalho e administrativo especializado;
  • Nível superior: analista especializado, supervisor, advogado, engenheiro e médico do trabalho.

Quem assumir as vagas nessas carreiras deverá receber remunerações que irão variar entre R$1.275,46 e R$5.331,47 e serão contratados pelo Regime das Consolidações das Leis Trabalhistas (CLT). Esses novos servidores passarão por um contrato experimental de 45 dias, sendo prorrogáveis por mais 45 dias, em que será avaliado se o servidor permanecerá ou não na empresa.

Os aprovados nesse concurso serão lotados em Brasília, sede da Imbel, e nas Unidades de Produção localizadas nas cidades de:

  • Piquete - São Paulo (Fábrica Presidente Vargas — FPV);
  • Itajubá - Minas Gerais (Fábrica de Itajubá — FI);
  • Juiz de Fora - Minas Gerais (Fábrica de Juiz de Fora — FJF);
  • Magé - Rio de Janeiro (Fábrica da Estrela — FE);
  • Rio de Janeiro (Fábrica de Material de Comunicação e Eletrônica — FMCE).

Será nessas mesmas cidades a realização das provas, que ainda não há uma definição sobre a estrutura das avaliações. Mas espera-se que seja como foi no concurso de 2016, quando os concorrentes para cargos de nível médio foram avaliados por meio de 40 questões objetivas nas disciplinas de Língua Portuguesa (20 questões), Matemática (10 questões) e Noções de Informática (10 questões) e por meio de 50 questões para concorrentes com graduação, nos conteúdos de Língua Portuguesa (15 questões), Matemática (07) Noções de Informática (08) e Conhecimentos Específicos (20), mais uma Redação.

Imbel enfrenta déficit no quadro de pessoal

De acordo com o Portal da Transparência, desde o último concurso realizado em 2016, a Imbel acumula uma carência de pessoal que chega a 84 cargos vagos em todos os níveis de escolaridade:

  • 45 para cargos de ensino fundamental;
  • 29 para o nível médio;
  • 08 para o médio/técnico;
  • 02 para o nível superior.

Também serão registradas 05 vacâncias nas funções de gerência e outras 25 para cargos cedidos para Imbel, totalizando um déficit de 114 vagas, segundo dados atualizados em agosto deste ano.

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