Veja o que você precisa mudar para conseguir a tão almejada aprovação em um concurso público.

Fazer concurso público não é tarefa fácil. É preciso muita dedicação, foco, e claro, renunciar a muita coisa para obter a aprovação nas etapas de avaliação e conquistar a tão sonhada estabilidade profissional, algo que é possível na maioria dos órgãos públicos.

Ainda mais neste ano atípico de 2020, em que diversas seleções tiveram de adiar a realização das provas e muitos cursinhos preparatórios precisaram fechar a porta das salas de aula físicas e abrir as janelas virtuais para que os concurseiros seguissem se preparando na segurança dos seus lares, como foi o caso da própria Degrau Cultural, através da plataforma Degrau Live, das aulas ao vivo pelo Instagram da empresa, entre outras soluções encontradas para não deixar os alunos na mão.

Mas é importante frisar que se o concurseiro não prestar a atenção e estudar por conta própria, sem orientação, de qualquer jeito, a aprovação será apenas uma expectativa, nunca uma realidade. Desse modo, algumas atitudes precisam ser repensadas para ele obter sucesso nessa imensa trajetória. Veja abaixo uma lista de cinco atitudes que podem diminuir suas chances de ingressar no serviço público.

1 – Não ler atentamente o edital

Esse é um dos erros mais gritantes para quem prestar concurso público. O edital é como se fosse uma receita em que o cozinheiro deve seguir à risca para não errar na quantidade de sal, de água, para não esquecer o ingrediente, etc. Ou seja, é o documento que informa todos os detalhes do concurso, não apenas para informar quantidade de vagas ou valor das remunerações, mas para, principalmente, informar data do período de inscrições, datas das etapas de avaliação e a regras dessas etapas de avaliação. Ignorar ou “passar batido” em qualquer linha do edital pode lhe prejudicar lá na frente.

Em concursos com o edital já publicado, como o da Guarda Municipal de São Gonçalo, por exemplo, é valiosíssimo fazer uma primeira leitura do edital de forma mais minuciosa, e a partir da segunda leitura o concurseiro deverá anotar as informações que ele julgar serem mais importantes, ou mesmo grifá-las com um marcador de texto, no caso de possuir o documento impresso ou tê-lo em formato de e-book.

2 – Não se preparar de acordo com a banca organizadora

Tão nocivo para o concurseiro ignorar o edital, é ignorar a banca que irá organizar o concurso a qual você se inscreveu. Para quem irá prestar o concurso de técnicos e analistas do Tribunal Judiciário do Rio de Janeiro, é fundamental conhecer o método de avaliação do Cebraspe, que é a banca organizadora dessa seleção, e fazer simulados de provas elaboradas pela mesma banca, mesmo que seja de uma área completamente distinta, pois essa estratégia o ajudará a se familiarizar com o formato das provas as quais você prestará no futuro.

No caso específico do Cebraspe, só para citar como exemplo, ela costuma, dependendo do concurso, aplicar as provas objetivas no estilo “Certo” e “Errado”, diferente do tradicional estilo “Múltipla Escolha”. E é preciso ficar muito atento ao Cebraspe, pois ela pune quem costuma chutar com mais frequência. Nesse caso, um erro numa determinada questão pode anular um acerto em outra questão.

3 – Não fazer um planejamento de estudos

Assim como eu disse no começo do texto eu reforço agora. Não se pode estudar de qualquer maneira. É importante fazer um planejamento dos conteúdos que você necessita estudar em cada dia da semana, reservando um horário adequado à sua rotina e estipulando metas a serem atingidas por você todos os dias ou ao longo da semana, para se manter motivados nesse longo processo de preparação, principalmente para quem está se preparando e esperando por uma autorização oficial sobre o concurso de policial rodoviário federal.

4 – Julgar que já estudou o suficiente

Eu espero estar errado, mas é provável que muitos concurseiros, pelo fato do concurso ter sido adiado em função da pandemia, em um dado momento de suas vidas decidiram parar de estudar por acharem que já sabem tudo do conteúdo das provas, que estudaram o suficiente, que não tem mais aonde tirar conhecimento.

NÃO FAÇAM ISSO!!!!                              

Você pode até desacelerar o ritmo,  como forma de estratégia, para retomar o fluxo norma de estudos para quando o edital estiver próximo de sair ou a seleção em que você participará estiver perto de ser retomada, mas jamais pense que você já estudou tudo, pois seu cérebro vai relaxar, vai captar um outro tipo de informação , e quando você decidir voltar a se preparar, ele certamente não conseguir recuperar o ritmo de antes e você estará se auto-sabotando. O mesmo vale para quem está se preparando para concursos com Teste de Aptidão Física, como o da Polícia Civil (essa etapa é aplicada apenas para os cargos de Delegado, Investigador, Inspetor, Auxiliar de Necropsia e Técnico de Necropsia). Nesse caso, é até pior pensar dessa forma já que o corpo humano precisa manter o condicionamento físico constante, dia após dia.

Sem contar que o conhecimento não é uma coisa estática. O mundo muda e informações novas estão surgindo a cada dia, por isso é preciso estar sempre se atualizando, revisando os assuntos e se exercitando por meio de simulados.

5 – Não dominar seus instintos emocionais

Concurso público é um processo tenso, que exige muito também do lado emocional. É normal ficar ansioso, principalmente nas vésperas da prova. Mas é preciso controlar os nervos, não se deixar tomar pelo estresse. Por isso, recomendamos você, concurseiro, reserva um momento da sua rotina de estudos para o lazer, para fazer atividades prazerosas, que te façam bem. Meditação e Yoga auxiliam muitíssimo na busca pela paz interior.

E nesse sentido, é preciso estar sempre com pensamentos positivos, ser otimista e acreditar que todo o empenho, renúncia e busca pelo conhecimento vão te levar a uma vida melhor no futuro. Siga essas dicas e seus sonhos também.  

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