Para Jonacir Rodrigues, fato de o concurso ser para temporários não levará FGV a elaborar uma prova fácil para recenseador e agente censitário.
Mesmo o concurso IBGE sendo para a contratação de temporários, o professor Jonacir Rodrigues não acredita que a FGV (organizadora) vai reduzir a cobrança nas provas de Língua Portuguesa. Nem mesmo o fato de o cargo de recenseador exigir apenas o nível fundamental será motivo, na visão do especialista, para a banca aliviar os candidatos.
“Em hipótese alguma a FGV vai abrandar as cobranças, seja em qual prova for. Mesmo em uma contratação temporária, a banca seguirá seu padrão de prova. O próprio conteúdo programático veio completo como em qualquer concurso”, afirmou.
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De acordo com Jonacir Rodrigues, que leciona na Degrau Cultural, os candidatos a recenseador e agente censitário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) podem esperar uma prova de Português onde haverá um predomínio das questões de interpretação e compreensão de texto, sobretudo da primeira.
“A FGV tem por hábito enfatizar questões de interpretação em detrimento de questões de compreensão. Para melhor desenvolver a capacidade de interpretar, o candidato tem que criar o hábito da leitura. A leitura é uma grande aliada para o concurseiro.”
Professor aponta assuntos recorrentes nas provas da FGV
Para cargos de nível fundamental, com o de recenseador, o professor explica que a FGV costuma cobrar questões de acentuação, morfologia, coesão e coerência, sinônimos, antônimos, parônimos e homônimos.
“Já nas de nível médio, como agente censitário, a banca cobra regularmente questões sobre colocação pronominal, crase, concordância, regência e, principalmente, estrutura frasal, abordando o paralelismo, redundância, substituição de termos e reescritura”, apontou o professor da Degrau Cultural.
Jonacir Rodrigues garante que para se conquistar a aprovação, o candidato do concurso IBGE precisa unir a teoria à prática. Como faltam pouco mais de um mês para as provas, o ideal é realizar muitas questões e focar nos assuntos em que se está errando mais.
“Intensifique os estudos nessa reta final. Resolva o máximo de questões possível. São elas que vão nortear seus estudos quanto ao ponto de prioridade. A FGV aplicou, nas últimas semanas, provas para vários cargos e órgãos. Tome-as como base para o estudo”, finalizou.




