Professor Paulo Daniel ensina como estudar Informática para o concurso PGE RJ e aponta assuntos que costumam ser mais explorados pelo Cebraspe.

Com provas marcadas para 1º de maio, os candidatos do concurso PGE RJ devem intensificar ao máximo a preparação. Para orientar os estudos na disciplina de Informática, para quem vai concorrer a uma vaga de técnico processual, a reportagem da DEGRAU CULTURAL entrevistou o professor Paulo Daniel.

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Segundo o especialista, a melhor forma de estudar Informática para o concurso PGE RJ é direcionar o estudo baseado em questões de provas anteriores elaboradas pelo Cebraspe, organizador do certame.

“Por meio da realização de questões de provas anteriores, o candidato irá perceber quais os temas são mais importantes para a banca e como ela costuma abordar os assuntos”, disse Paulo Daniel, que acredita que a avaliação para técnico processual contará com um quantitativo de cinco a dez perguntas.

Veja o que é mais explorado pelo Cebraspe em Informática

Paulo Daniel afirma que o Cebraspe tem cobrado, com bastante intensidade, os seguintes assuntos em suas provas de Informática: computação em nuvem, conceitos de sistemas operacionais e editores de texto. O professor da DEGRAU CULTURAL aproveita para chamar atenção dos candidatos do concurso para a Procuradoria Geral do Estado para alguns cuidados que eles precisam ter ao prestar concursos realizados por essa banca.

“As provas do Cebraspe têm a particularidade de serem formadas por questões de certo e errado. É um perfil muito diferente daquelas provas de múltipla escolha. Isso requer adaptação dos alunos ao estilo da prova. É importante o candidato entender que não é necessário marcar o gabarito de todas as questões, já que uma questão errada elimina uma certa. Em caso de dúvida, vale mais deixar a questão em branco.”

Paulo Daniel acredita que o nível de prova do concurso PGE RJ será bem maior do que o do certame de 2009. “Há de se destacar que hoje o nível das questões é muito mais complexo do que o que tínhamos no último concurso”, apontou. Em função disso, ele destaca que a participação dos candidatos em turmas de simulados é uma eficiente estratégia de estudo.

“Acredito ser muito importante que o candidato faça simulados, mesmo que de cadernos formados de questões de provas anteriores. O simulado permite que o candidato, além de testar seus conhecimentos, mensure como anda sua preparação. Por meio deles, o candidato pode direcionar quais matérias/assuntos deve dar maior ênfase”, finalizou.

 

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