Das vagas solicitadas pela Polícia Federal ao Ministério da Economia, 494 serão para cargos de nível médio e 183 para nível superior. Ganhos podem chegar a R$8,9 mil.

O RH da Polícia Federal acabou de confirmar à equipe de reportagem da DEGRAU CULTURAL que encaminhou um pedido de concurso público ao Ministério da Economia para preencher 677 cargos na área administrativa, sendo que a maior parte das vagas será para o quadro de agente administrativo, o único que exige nível médio de escolaridade – 494 vagas. As demais 183 oportunidades de trabalho serão destinadas para carreiras de nível superior:

Cargo

Quantitativo

Administrador

25

Arquivista

9

Assistente Social

18

Bibliotecário

1

Contador

9

Economista

3

Enfermeiro

3

Engenheiro

1

Estatístico

4

Farmacêutico

2

Médico

69

Nutricionista

1

Psicólogo

12

Técnico em Assuntos Educacionais

13

Técnico em Comunicação Social

3

Para quem for atuar como agente administrativo, a remuneração será de R$4.710,76. Já para nível superior, os ganhos podem chegar a R$5.559,67, diferentemente para o cargo de médico, em que os aprovados receberão R$7.692,55 mensais. A carga horária de trabalho desses profissionais será de 40 horas semanais e serão contratados pelo regime estatutário, que garante estabilidade.

Anteriormente, a corporação pretendia realizar um concurso com 557 vagas, ou seja, menor em comparação à nova solicitação de concurso. A Polícia Federal se junta a outras autarquias federais como IBGE, Banco Central, Funai e agências reguladoras, que solicitaram concurso ao Ministério da Economia antes do fim do prazo, que é 31 de maio. 

Último concurso aconteceu em 2013

Para quem já está interessado nesse concurso e quer se preparar com antecedência, vale a pena utilizar o último edital para a área administrativa como referência. Em 2013, a corporação ofereceu 534 vagas de trabalho, sendo a maioria delas para o cargo de agente administrativo.

A avaliação dos concorrentes se deu por meio de provas objetivas elaboradas pela tradicional banca Cebraspe. Os concorrentes tiveram de responder a 120 questões, no clássico estilo “Certo ou Errado”, divididas em 50 de Conhecimentos Básicos e 70 de Conhecimentos Específicos. Essas duas partes da prova compreendiam várias disciplinas, cada uma com a seguinte distribuição:

Conhecimentos Básicos (50 questões): Português (15 questões), Noções de Informática (6 questões), Raciocínio Lógico (6 questões), Atualidades (7 questões), Noções de Direito Administrativo (8 questões) e Noções de Direito Constitucional (8 questões).

Conhecimentos Específicos (70 questões): Noções de Administração Pública (20 questões), Noções de Administração Financeira e Orçamentária (12 questões), Noções de Gestão de Pessoas nas Organizações (8 questões), Noções de Arquivologia (13 questões), Noções de Administração de Recursos Materiais (7 questões) e Legislação Aplicada à Polícia Federal (10 questões).

Na época desse concurso, para que conseguisse a aprovação, era necessário que o candidato atingisse:

  • Nota igual ou superior a 10,00 pontos na prova objetiva de Conhecimentos Básicos;
  • Nota igual ou superior a 21,00 pontos na prova objetiva de Conhecimentos Específicos;
  • Nota igual ou superior a 36,00 pontos no conjunto das duas provas objetivas.

 

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