Professora Nívia Xavier explica que a FGV costuma elaborar provas focadas em interpretação e compreensão de textos para cargos de nível fundamental.
O concurso IBGE, para 206.891 vagas temporárias de recenseador e agente censitário, cujas inscrições terminam na próxima sexta-feira, dia 21, certamente vai atrair grande concorrência, sobretudo para a primeira função. Para ajudar o estudo dos candidatos do certame para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, no que tange à disciplina de Língua Portuguesa, que contará com dez questões na prova, a reportagem da DEGRAU CULTURAL entrevistou a professora Nívia Xavier.
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Segundo Nívia Xavier, a FGV (organizadora) tem como perfil elaborar provas com bastante interpretação/compreensão textual e pouca gramática, sobretudo para cargos de nível fundamental, como é o caso do recenseador.
“É bom os candidatos terem bastante base em interpretação/compreensão, acentuação, ortografia, pontuação, uso de palavras sinônimas e antonímias e morfologia”, disse a professora, que leciona na DEGRAU CULTURAL.
Professor não acredita em nível alto de cobrança
Embora a FGV seja conhecida por elaborar provas de alto nível na disciplina de Língua Portuguesa, a professora da Degrau Cultural não acredita que nível de cobrança no concurso IBGE será tão alto, o que é uma vantagem para os candidatos.
“Como o cargo exige o nível fundamental, além de o concurso ser para contratação de temporários, a banca não deverá ser tão exigente quanto para os cargos de nível médio em concursos para servidores efetivos.”
A professora Nívia Xavier diz que a melhor forma de estudar Língua Portuguesa para o concurso de recenseador do IBGE ´é unindo a teoria à resolução de exercícios. “ Façam bastantes exercícios dos conteúdos estudados, bem como questões da própria banca. Assim, haverá consolidação da matéria e maior preparo”, garantiu.
Nívia Xavier deixou ainda outras dicas de estudo para os candidatos do concurso IBGE, para o cargo de recenseador. “Cuidado com a extrapolação que pode ocorrer nas questões de interpretação. Além disso, atenção ao Novo Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa, pois muitas palavras perderam o acento e outras sofreram alterações ortográficas no uso do hífen”, finalizou.




