Ministério da Economia publica portaria em que fixa quantidade máxima de servidores do Banco do Brasil, tendo estudos sobre o concurso público já avançados.

Nesta quarta-feira, 11 de novembro, o Ministério da Economia publicou uma portaria referente ao quadro de pessoal do Banco do Brasil. Nela, consta que o quantitativo limite na empresa é de 100.343 vagas, contabilizando também os empregados que atuam nas subsidiárias de:

  • Gestão de Recursos - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.;
  • Seguridade Participações S.A.;
  • Corretora de Seguros e Administradora de Bens S.A.;
  • Seguros Participações S.A.;
  • Administradora de Cartões de Crédito S.A.;
  • Administradora de Consórcios S.A.;
  • Elo Cartões Participações S.A.;
  • Banco de Investimento S.A.;
  • Leasing S.A - Arrendamento Mercantil;
  • BESC Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S. A.

Para que cada uma dessas subsidiárias consigam obedecer ao quantitativo do quadro de pessoal, foram considerados:

  1. Os empregados admitidos via concurso público;
  2. Os empregados efetivos admitidos sem prestar concurso público antes de 5/10/1988;
  3. Aqueles com cargos, empregos ou funções comissionadas;
  4. Os que estão cedidos ou disponibilizados para outros órgãos ou entidades;
  5. Os que estão cedidos ou requeridos de outros órgãos ou entidades;
  6. Os anistiados com base na Lei nº 8.878, de 11/5/1994;
  7. Os readmitidos e reintegrados;
  8. Os empregados temporários;
  9. Os empregados ou servidores movimentados para compor força de trabalho conforme consta no art. 93, § 7º, da Lei nº 8.112/90;
  10. E os empregados com contrato de trabalho interrompido ou suspenso, exceto aqueles com contrato de trabalho suspenso por motivo de aposentadoria por invalidez.

A portaria ainda informa que cabe à empresa gerenciar esse quantitativo total, gerindo as contratações ou desligamento dos empregados, desde que seja observado o limite estabelecido e as questões orçamentárias.

Concurso para escriturário está com estudos avançados

No mês passado, o Banco do Brasil informou que os estudos e o planejamento sobre o próximo concurso de escriturário seguem sob avanço, mantendo assim a realização desse certame em seus planos. Apesar dessa informação, o banco ainda não confirmou quantas vagas serão abertas e também quais requisitos serão cobrados.

Á princípio, conforme divulgou o jornal O Estadão em agosto, o concurso trará 120 vagas voltadas exclusivamente para a área de Tecnologia da Informação, indicando que esse seria o primeiro concurso não-exclusivo para a carreira de escriturário tradicional (com nível médio de escolaridade).  

Caso a informação do jornal se concretize, é possível que o novo concurso do Banco do Brasil seja feito de duas formas:

  1. Seleção para o cargo de escriturário, exigindo nível médio e cobrando disciplinas com foco em Tecnologia da Informação, assim como foi aplicado em 2018;
  2. Um concurso específico para a área de TI, com provas com exigências específicas.

Em 2018, por exemplo, as provas para o cargo de escriturário de TI exigiram mais conhecimentos em Informática do que em atividades bancárias, além de incluir a disciplina de Probabilidade e Estatística. Na época, foram aplicadas 70 questões distribuídas em:

  • Português (05 questões);
  • Inglês (05 questões);
  • Matemática (05);
  • Atualidades do mercado financeiro (05);
  • Probabilidade e estatística (20);
  • Conhecimentos bancários (05);
  • Informática (25).

A expectativa é de que esse modelo seja repetido na próxima seleção para esse cargo, que destina remuneração no valor de R$3,8 mil (para escriturário em TI) ou R$4.036,56 (para escriturário tradicional). O regime de contratação para esse cargo é o celetista.

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