Para quem pretende entrar no serviço público, a principal atividade do caminho para a aprovação nos concursos públicos não é nenhum mistério: estudar muito. Serão necessárias horas e mais horas de estudo exaustivo para que você obtenha os melhores resultados e deixe a concorrência para trás.
Mas muitas vezes o que as pessoas não se dão conta é que alguns fatores na forma de estudar influenciam mais do que o volume de estudo em si. Ficar simplesmente lendo um monte de materiais de estudos, por melhores que sejam, sem nenhum critério, não te garantirá o seu melhor desempenho.
Por isso, é fundamental que você conheça os métodos de estudo mais eficientes, e adeque-os à sua forma de aprendizado. Vejamos três destes métodos que nem todo mundo conhece, mas que podem fazer toda diferença na hora de assimilar a matéria!
1 – Método RobinsonO método Robinson foi desenvolvido por um psicólogo americano, chamado Francis Pleasant Robinson (por isso o nome), em 1946. O método passa por cinco passos, tidos como básicos para o processo de aprendizado: explorar, perguntar, ler, rememorar e repassar.
Em primeiro lugar, o aluno deve fazer uma leitura superficial do material de estudo, lendo tópicos, títulos, subtítulos e sumário. Feito isto, o estudante logicamente criará uma série de dúvidas, que é justamente a segunda etapa, a de anotar estas questões.
Num terceiro momento, o aluno fará uma leitura mais aprofundada do material, onde ele irá respondendo às suas próprias dúvidas. Em seguida, é hora de fazer uma nova leitura do material, desta vez sem focar em perguntas, só como estudo normal. Finalmente, a parte de repassar é como se fosse dar uma aula sobre o assunto – que pode ser para você mesmo ou para seus amigos.
2 – Método PomodoroEsta foi uma metodologia idealizada pelo italiano Francesco Cirillo. O nome vem das palavras italianas “pomo” = maçã, e “d’oro” = de ouro. Isso se dá, pois, o método se baseia em um sistema de recompensas ao longo do tempo de estudos.
De acordo com o Método Pomodoro, o estudante deve combinar trabalho e relaxamento, para que seu nível de produtividade durante os estudos seja maior e, consequentemente, renda mais. Ele irá intercalar períodos de estudos com intervalos de relaxamento no meio.
Não há uma regra geral para aplicação da técnica. O tempo padrão, no entanto, é uma escala de 25 minutos de estudo e 5 minutos de descanso. Você pode usar um despertador para delimitar estas horas de intervalo. Nestes períodos, procure relaxar sua mente com alongamentos, uma rodada pelo seu feed nas redes sociais, se hidratar, fazer um lanche ou outras atividades rápidas.
3 – Mapas MentaisOs mapas mentais se baseiam numa metodologia mais visual de aprendizado. Esta é uma estratégia melhor para quem tem mais facilidade de fixar conteúdos através da visualização de esquemas gráficos e não apenas da leitura de conteúdo.
Sendo assim, para elaborar um mapa mental, o estudante deve primeiramente fazer uma leitura sobre o assunto. Mas a partir disso, ele não ficará lendo este material repetidas vezes, ou tentando vocalizá-lo para que ele seja fixado na sua cabeça.
Ao invés disso, ele procurará dividir o tema em tópicos. Com estes, formará um fluxograma, ou outra representação gráfica que preferir. Daí em diante, irá elegendo os temas mais relevantes e ir puxando as relações entre os tópicos, tecendo assim toda uma teia de ideias sobre o assunto.





