A segurança pública passou a ser o principal foco das atenções do governo federal. Tanto que criou um ministério específico para a área e decretou intervenção no Rio de Janeiro.
E as primeiras ações dos integrantes do Gabinete da Intervenção começam a reforçar a necessidade da realização de novos concursos para a área de segurança pública no Rio.
Principal gargalo é a falta de pessoal
Em recente entrevista, o chefe do Gabinete da Intervenção, general Mauro Sinott, declarou que “o principal gargalo é a questão de efetivo, que é preciso recompor o quadro de pessoal”.
Obviamente isso aponta, primeiramente, por colocar mais policiais nas ruas, para tentar inibir a atuação da criminalidade e, ainda, aumentar, na população, a sensação de segurança.
O primeiro ponto, ao que parece, será requisitar todos os profissionais atualmente cedidos para fazer segurança em órgãos públicos ou até mesmo fazendo serviços burocráticos.
Depois disso pode ser a convocação dos aprovados nos últimos concursos das Polícias Civil e Militar, que ainda não foram chamados, segundo o governo estadual, por falta de recursos.
Déficit pode acelerar novos concursos
O outro é, sem dúvida alguma, a realização de novos concursos, uma vez que, mesmo com as duas primeiras ações, o efetivo ainda estará muito aquém das necessidades.
Atualmente, o déficit de pessoal na Polícia Militar é de 16 mil servidores, na Polícia Civil de cerca de 15 mil e na Administração Penitenciária de aproximadamente 3 mil agentes.
Esses dados reforçam a necessidade de que o efetivo seja reforçado, o que pode provocar a realização de novos concursos para a área de segurança pública do Estado do Rio de Janeiro.




