A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, informou, em suas redes sociais, que há uma projeção de que, nos próximos dez anos, mais de 181 mil servidores públicos federais estejam aptos a se aposentar.

Dweck também disse que aproximadamente 246 mil servidores de aposentaram entre 2010 e 2023. Segundo a ministra, tais dados só reforçam a estratégia do governo em recompor a força de trabalho, por meio de concursos, e rechaçam a ideia de que exista inchaço da máquina pública.

“Isso demonstra que, em vez de ‘inchaço’, o desafio atual é garantir a reposição adequada para manter os serviços essenciais e preservar a capacidade estatal de execução das políticas públicas”, afirmou.

‘Reforma Administrativa está em andamento’

A ministra também falou que a Reforma Administrativa do governo federal está em andamento e tem como foco a melhoria e inovação dos serviços públicos prestados à população, na valorização dos servidores, na transição digital do governo e na racionalização de gastos.

“Um dos pontos dessa reforma na área de gestão de pessoas é a harmonização das carreiras, que serão alongadas. O servidor levará mais tempo para atingir o topo salarial, resultando em uma gestão do desempenho mais sustentável e eficiente. Até o final de 2022, apenas 31% das carreiras contavam com 20 níveis até o topo, número que saltará para 82% em 2025.

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De acordo com Dweck, diante desses números e das políticas implementadas pelo governo, não se sustenta a narrativa de ‘inchaço’ da máquina pública e de um crescimento descontrolado de servidores.

“A reforma em andamento está modernizando o serviço público, com foco na eficiência, equidade e sustentabilidade fiscal, garantindo que o Estado esteja capacitado para entregar serviços de qualidade à população”, finalizou.

No que tange a novos concursos públicos, vale destacar que o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) já autorizou este ano 1.555 vagas para dez órgãos e ministérios.

A projeção é de que, até dezembro, outras 1.729 vagas para novos concursos sejam autorizadas pelo MGI. Até em função disso, o governo federal já planeja a abertura de uma segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado.

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