Sete membros irão compor a ‘comissão municipal coordenadora’, que visa acompanhar os preparativos da seleção de 14 vagas para analista da Secretaria de Planejamento de Niterói.
Foi publicado no Diário Oficial do Município de Niterói do último sábado, 11 de fevereiro, um decreto assinado pelo prefeito de Niterói, Axel Grael, em que forma um grupo de trabalho que irá monitorar os preparativos para o próximo concurso público da Secretaria de Planejamento, Modernização da Gestão e Controle (Seplag) do município.
Denominada de ‘comissão municipal coordenadora’, ela é composta por sete membros que terão a responsabilidade de acompanhar todos os atos relacionados à elaboração, fiscalização, aplicação e correções das avaliações, cabendo, ainda, deliberar sobre os casos omissos. Veja quem são os integrantes da comissão:
- Isadora de Souza Modesto Pereira;
- Carolina Lima de Abreu;
- Nágia Bruna Pinto Martins Drumond;
- Rebecca Khon Duarte Ribeiro;
- Iana Maria Oliveira da Costa Bellot;
- Bruno Teixeira Gondim;
- Catarina Nae Yen Kuo.
Em julho de 2022, a Seplag até havia formado uma comissão voltada para esse concurso público e também para a Controladoria-Geral do Município de Niterói, porém, os trâmites não avançaram. Na ocasião, foi publicado juntamente com a antiga comissão um cronograma preliminar da seleção, com o edital previsto para sair em julho do ano passado, provas em setembro e posse dos selecionados no início de 2023. Porém, todo esse cronograma não foi cumprido.
Detalhes sobre o cargo do Concurso Seplag Niterói
A Prefeitura de Niterói, na região metropolitana do estado do Rio de Janeiro, pretende contratar 14 novos analistas de políticas públicas e gestão governamental, carreira que exige nível superior como requisito. Essa carreira oferece remuneração mensal de R$5,5 mil, podendo chegar a R$10 mil conforme o servidor progride na carreira.
Para quem pretende participar do próximo concurso de analista, a última seleção é a melhor referência para estudos.
Em 2018, a Seplag ofertou 30 vagas de trabalho, sendo 16 justamente para o cargo de Analista de Políticas Públicas e Gestão Governamental (Gestão Governamental), quatro para o cargo de analista em Gestão de Tecnologia, quatro para auditor municipal de controle interno (Auditoria Governamental) e seis para a função de auditor municipal de controle interno (Controladoria).
Para todos esses cargos, exigiu-se nível superior e havia reserva de vagas para candidatos portadores de deficiência.
Os concorrentes foram avaliados por meio provas objetivas elaboradas pela Fundação Getúlio Vargas, contendo 80 questões de múltipla escolha, com cinco opções de resposta e distribuídas em três módulos. No caso do cargo de analista de políticas públicas e gestão governamental, contemplado na seleção deste ano, as provas objetivas abordaram questões nas disciplinas de:
Módulo I: 14 questões de Língua Portuguesa, oito questões de Língua Inglesa e oito de Raciocínio Lógico;
Módulo II: Dez questões de Direito Administrativo e Constitucional e dez de Administração Financeira e Orçamentária;
Módulo III: 15 questões de Administração e Políticas Públicas e 15 de Gestão Governamental.
Para conseguir a aprovação na etapa objetiva, o candidato a analista de Gestão Governamental precisava acertar, no mínimo, 30% nos módulos I e II, ou seja, 15 questões; acertar, no mínimo, 40% das questões do módulo III (12 questões); e acertar, no mínimo, 40% das questões da prova (32 questões).
Os candidatos a essa carreira também tiveram de responder a três questões na Prova Escrita Discursiva, valendo 32 pontos. A FGV corrigiu as provas discursivas dos candidatos que forem aprovados na parte objetiva e conseguiram se classificar até cinco vezes o número de vagas por cargo/especialidade, respeitados os empatados na última posição.




