Com comissão organizadora já formada, Secretaria de Planejamento de Niterói está se preparando para abrir concurso para analista ainda no primeiro semestre deste ano.
Depois de abrir o concurso da Procuradoria-Geral do Município, com 1.329 vagas totais, a Prefeitura de Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro, afirmou em nota que pretende lançar um outro edital ainda no primeiro semestre deste ano: será para a Secretaria de Planejamento, Modernização da Gestão e Controle (Seplag). No último dia 11 de fevereiro, vale lembrar, uma comissão organizadora foi formada para monitorar o processo de abertura dessa seleção seleção.
Para que o edital possa sair até junho, ainda resta a secretaria contratar uma banca organizadora que será responsável por receber as inscrições dos candidatos, por preparar e aplicar as etapas de avaliação.
Nessa seleção, a Seplag irá oferecer 14 vagas de trabalho para o cargo de analista de políticas públicas e gestão governamental, voltado para quem possui nível superior completo. Essa carreira oferece remuneração mensal de R$5,5 mil, podendo chegar a R$10 mil conforme o servidor progride na carreira.
O analista de políticas públicas e gestão governamental de Niterói será responsável pelas seguintes atribuições:
- Implementação, supervisão, coordenação, execução, monitoramento e avaliação de projetos, atividades e políticas públicas da Administração Direta e Indireta de Niterói;
- É responsável pelo planejamento e orçamento governamentais, gestão de pessoas, gestão da tecnologia da informação, gestão de recursos logísticos, gestão de recursos materiais, gestão do patrimônio, gestão de processos participativos, bem como a modernização da gestão e a racionalização de processos.
Último concurso é referência para estudos
Para quem pretende participar do próximo concurso de analista da Seplag, vale buscar as provas da última seleção para iniciar os estudos com antecedência.
Em 2018, a Seplag ofertou 30 vagas de trabalho, sendo 16 justamente para o cargo de Analista de Políticas Públicas e Gestão Governamental (Gestão Governamental), quatro para o cargo de analista em Gestão de Tecnologia, quatro para auditor municipal de controle interno (Auditoria Governamental) e seis para a função de auditor municipal de controle interno (Controladoria).
Para todos esses cargos, exigiu-se nível superior e havia reserva de vagas para candidatos portadores de deficiência.
Os concorrentes a todos os cargos tiveram de responder a 80 questões elaboradas pela Fundação Getúlio Vargas, distribuídas em três módulos. Quem concorreu a analista de políticas públicas e gestão governamental, contemplado na seleção deste ano, as provas objetivas abordaram questões nas disciplinas de:
Módulo I: 14 questões de Língua Portuguesa, oito questões de Língua Inglesa e oito de Raciocínio Lógico;
Módulo II: Dez questões de Direito Administrativo e Constitucional e dez de Administração Financeira e Orçamentária;
Módulo III: 15 questões de Administração e Políticas Públicas e 15 de Gestão Governamental.
Para conseguir a aprovação na etapa objetiva, o candidato a analista de Gestão Governamental precisava acertar, no mínimo, 30% nos módulos I e II, ou seja, 15 questões; acertar, no mínimo, 40% das questões do módulo III (12 questões); e acertar, no mínimo, 40% das questões da prova (32 questões).
Os candidatos a essa carreira também tiveram de responder a três questões na Prova Escrita Discursiva, valendo 32 pontos. A FGV corrigiu as provas discursivas dos candidatos que forem aprovados na parte objetiva e conseguiram se classificar até cinco vezes o número de vagas por cargo/especialidade, respeitados os empatados na última posição.




