Ministra da Gestão, Esther Dweck, afirma que o concurso para o Ministério do Planejamento e Orçamento estará no segundo pacote de autorizações.
Após conceder a autorização para a Funai e para o Ministério do Meio Ambiente e Mudanças do Clima na última semana, a ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, vem anunciando quais concursos poderão ser autorizados em um segundo pacote de autorizações. Um desses certames será o do Ministério do Planejamento e Orçamento, comandado pela ministra Simone Tebet.
O Ministério do Planejamento ainda não revelou o quantitativo de vagas solicitadas ao Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, bem como as carreiras contempladas nesse pedido. As informações que existem dão conta que o Ministério da Gestão está dimensionando o orçamento disponível este ano para que os órgãos públicos possam fazer as contratações necessárias.
Nesse segundo lote de autorizações, além do Ministério do Planejamento, deverão estar inclusos os editais para o Ministério do Trabalho e Emprego para auditores-fiscais do trabalho e agente administrativo, para o Ministério da Educação e para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Até o dia 31 de maio, a pasta criada pelo Governo Lula irá receber os pedidos de concursos dos órgãos federais que indicarem necessidade de reposição dos seus quadros. Somente a partir dessa data, que o ministério tornará publica a lista de pedidos por concurso.
Ministério do Planejamento está há oito anos sem edital
Ainda no segundo mandato da Presidente Dilma Rousseff, em 2015, o então Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) teve o seu último concurso público, quando ofereceu 556 vagas, a serem distribuídas entre todos os estados do país.
Além de terem que trabalhar na sede do próprio ministério, em Brasília, os selecionados nesse concurso puderam ingressar também na Escola Nacional de Administração Pública (ENAP).
As oportunidades de trabalho foram destinadas para os cargos de: Administrador, Analista Técnico-Administrativo, Arquivista, Assistente Social, Contador, Médico, Arquiteto, Economista, Engenheiro, Analista em Tecnologia da Informação, Geógrafo, Geólogo, Técnico de Nível Superior e Técnico em Assuntos Educacionais. Para quaisquer um desses cargos, o candidato precisava ter diploma de nível superior – em qualquer área de formação ou em áreas específicas. As remunerações pagas pelo Ministério do Planejamento, na época, variaram entre R$3.625,42 e R$5.596,31.
A organização desse concurso ficou a cargo do Cebraspe, que avaliou os concorrentes através de provas objetivas e provas discursivas para todos os cargos, fora que ainda teve uma avaliação de títulos apenas para os inscritos a analista em Tecnologia da Informação.




