Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação confirmou o envio de um novo pedido de concurso MCTI ao governo federal. A solicitação prevê a abertura de 1.424 vagas efetivas distribuídas entre três diferentes carreiras do serviço público federal.

A proposta contempla os seguintes cargos:

Carreira de Pesquisa em Ciência e Tecnologia

  • Pesquisador: 100 vagas.

Carreira de Desenvolvimento Tecnológico

  • Tecnologista: 200 vagas.

Carreira de Gestão, Planejamento e Infraestrutura em Ciência e Tecnologia

  • Técnico: 550 vagas;
  • Assistente em Ciência e Tecnologia: 534 vagas;
  • Analista em Ciência e Tecnologia: 40 vagas.

Todos os ministérios e órgãos da Administração Pública Federal tinham até 31 de maio de 2025 para encaminhar suas demandas ao Ministério da Gestão e da Inovação dos Serviços Públicos (MGI), que agora está responsável pela análise dos pedidos. A decisão sobre a autorização pode ser divulgada a qualquer momento.

Apesar de muitos órgãos já terem sido incluídos no planejamento do Concurso Nacional Unificado (CNU) 2025, o MCTI não foi contemplado nesta edição.

Histórico recente de concursos do MCTI

Em 2024, o MCTI obteve autorização para contratar 55 servidores, distribuídos entre três de suas unidades de pesquisa:

Instituto Nacional de Pesquisas do Pantanal (INPP)

  • Pesquisador: cinco vagas;
  • Tecnologista: duas vagas.

Instituto Nacional do Semi-Árido (INSA)

  • Pesquisador: 10 vagas;
  • Tecnologista: nove vagas.

Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG):

  • Pesquisador: 19 vagas;
  • Tecnologista: 10 vgas.

Essas instituições foram autorizadas a organizar seus próprios processos seletivos, sem necessidade de centralização via concurso nacional.

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Já em 2023, o MCTI recebeu aval para preencher 814 cargos efetivos, assim distribuídos:

  • 253 vagas para pesquisador;
  • 265 vagas para tecnologista;
  • 296 vagas para analista em Ciência e Tecnologia.

As vagas de analista foram incluídas no CNU 2024, com distribuição por áreas de conhecimento, enquanto os cargos de pesquisador e tecnologista ficaram sob responsabilidade direta das unidades de pesquisa do ministério.

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