Oportunidades são distribuídas por diversos cargos dos níveis médio e superior, com remunerações de R$5.349 e R$6.420 , respectivamente. Edital até novembro.

Conforme esperado, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos autorizou o concurso Funai, para 502 vagas em diversos cargos dos níveis médio e superior. Conforme a Portaria 1.850, publica nesta terça-feira, dia 2, no Diário Oficial da União, o órgão tem seis meses para publicar o edital, ou seja, até novembro.

VEJA AUTORIZAÇÃO DO CONCURSO FUNAI

Das 502 vagas autorizadas para a Fundação Nacional dos Povos Indígenas, 152 são para agente de indigenismo, que exige o nível médio. As demais estão distribuídas pelos seguintes cargos de nível superior: administrador (26), antropólogo (19), arquiteto (1), arquivista (1), assistente social (21), bibliotecário (6), contador (12), economista (24), engenheiro (20), engenheiro agrônomo (31), engenheiro florestal (2), estatístico (1), geógrafo (4), indigenista especializado (152), psicólogo (6), sociólogo (12), técnico em assuntos educacionais (2) e técnico em comunicação social (10).

Remunerações de R$5.349 e R$6.420 mensais

As remunerações iniciais são de R$5.349,07 para agente de indigenismo e de R$6.420,87 para as demais funções. Ainda não se sabe para quais estados haverá vagas. As contratações ocorrerão pelo regime estatutário, que assegura estabilidade no emprego.

Com a autorização do concurso Funai, o próximo passo será a definição da organizadora do certame. A tendência é que isso não demore muito para acontecer. Na última seleção, que aconteceu em 2016, a Esaf (hoje não atua mais em concursos) foi a instituição escolhida.

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No concurso Funai 2016, foram oferecidas 220 vagas, distribuídas pelos cargos de contador, engenheiro agrônomo, engenheiro (agrimensor e civil) e indigenista especializado. Na época, os concorrentes foram avaliados por meio de provas objetivas compostas por questões de Conhecimentos Gerais (Língua Portuguesa; Raciocínio Lógico e Quantitativo; Direto Constitucional e Administrativo; Legislação Indigenista; Informática Básica e Administração Pública) e Conhecimentos Específicos (disciplinas variavam de acordo com o cargo). O certame contou ainda com avaliações discursivas.

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