Ao todo, são 6 mil vagas para Hospitais Universitários que atuam no combate à pandemia do Coronavírus
Em sua página do Facebook, o Presidente Jair Bolsonaro anunciou na noite da última sexta-feira (27/03) que realizará concurso para a contratação de 6.381 novos servidores para atuarem em 40 hospitais universitários que são geridos pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) em todo o país:
“Os hospitais universitários vão receber mais 6 mil profissionais de saúde, por concursos públicos e por contratação temporária. Com isso, avançamos nas realizações diárias, ampliamos o quadro e nos preparamos para preservar quem é do grupo de risco”, afirmou o presidente.
A Ebserh também confirmou a abertura desse concurso através de nota publicada no site da empresa. Até a próxima sexta-feira, 03 de abril, deve sair o edital com todos os detalhes como, por exemplo, de que forma será o processo de seleção dos candidatos, os pré-requisitos a serem cobrados, o valor das remunerações, o tempo de contratação, entre outros dados.
Distribuição das Vagas
Das mais de seis mil vagas oferecidas, cerca 1,4 mil deverá ser destinada para enfermeiros, 3 mil para técnicos em enfermagem, 900 para médicos, 500 para enfermeiros e 100 para engenheiros e arquitetos. Muitos podem estar estranhando a presença dos dois últimos cargos, mas nessa ocasião, eles serão necessários para realizar mudanças estruturais exigidas para uma melhor acomodação de pessoas que foram infectadas pelo novo Coronavírus.
O principal objetivo da Ebserh é reforçar as equipes nessas unidades para atuar na linha de frente contra o avanço do Covid-19 no Brasil, já que, também, muitos servidores precisaram se ausentar das funções por serem do grupo de risco, por já terem sido contaminados com a doença ou por que estão com sintomas de gripe e por medida de segurança entraram na quarentena.
Desde que começou a explodir os casos do Covid-19 no Brasil, a Ebserh e suas 40 unidades vêm atuando como hospitais de referência para prestarem o melhor atendimento aos doentes, em parceria com o Ministério da Saúde, com o Centro de Operações de Emergência (COE) que pertence à esse ministério, e sendo responsável por monitorar a situação no país nas unidades a qual administra, trabalhando no treinamento de funcionários da Rede, promovendo webaulas e instituindo câmaras de discussão com especialistas na área técnica.




