O presidente do sindicato, Oswaldo Molinaro, está otimista que o concurso CVM possa ser autorizado pelo Ministério da Economia em 2023.

Em entrevista ao programa DC Entrevista, da DEGRAU CULTURAL, que pode ser assistida abaixo, o presidente do SindCVM, Oswaldo Molarino Filho, informou que o presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), João Nascimento, vai se empenhar para que a autarquia possa abrir concurso em 2023.

“Estivemos pessoalmente com o presidente da CVM, que se mostrou favorável ao concurso. Ele disse que vai se empenhar pessoalmente para que o concurso seja autorizado no ano que vem”, disse o presidente do Sindicato dos Servidores da Comissão de Valores Mobiliários (SindCVM).

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Oswaldo Molinaro mostrou-se otimista quanto ao fato de o concurso CVM ser autorizado no ano que vem. “Em termos políticos, eu creio que ele (presidente da CVM) tenha mais proximidade com o ministro da Economia (Paulo Guedes). No que depender da boa vontade ele, eu creio que vá conseguir a autorização.”

Vale lembrar que, este ano, a CVM encaminhou ao Ministério da Economia um pedido de concurso para a abertura de 127 vagas, sendo 50 para agente executivo, 50 para inspetor e 27 para analista.

A primeira carreira exige nível médio e tem remuneração de R$7.647,98. Já as outras duas requerem formação superior, sendo em qualquer curso para inspetor e em áreas específicas para analista. Os ordenados são de R$19.655,06 para ambos. Os valores já incluem R$458 de auxílio-alimentação.

Presidente do SindCVM diz que 127 vagas não suprem carência

Embora não saiba precisar ao certo a carência de pessoal, Oswaldo Molinaro disse que as 127 vagas solicitadas ao Ministério da Economia, mesmo que autorizadas, não vão suprir as necessidades atuais da CVM, cujas atribuições da autarquia vem crescendo nos últimos anos.

“O mercado mobiliário está crescendo muito no Brasil, em um ritmo muito maior do que a CVM pode atender. O concurso público é algo essencial para a manutenção do trabalho da CVM. Os servidores estão muito sobrecarregados, porque há um déficit muito grande. Mesmo as 127 vagas solicitadas ao Ministério da Economia não serão suficientes para suprir as carências da autarquia. Eu creio que nem mesmo a CVM possa precisar o quantitativo necessário para o desempenho das suas atividades”, afirmou o presidente do SindCVM.

Na entrevista, que pode ser assistida abaixo, Oswaldo Molinaro falou também sobre previsão de aposentadoria, das atribuições das carreiras de agente executivo, analista e inspetor, bem como dos projetos do SindCVM para valorização dos servidores. Confira a seguir:

 

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