Novo Concurso Caixa Econômica pode estar pintando este ano! Segundo a assessoria de imprensa do banco público, um reforço nos quadros da instituição tem sido estudado internamente nas últimas semanas. No momento, estão sendo feitos estudos em relação aos quadros de funcionários atuais para enviar as demandas corretas ao Ministério da Economia.
A Caixa Econômica Federal é uma das instituições financeiras mais importantes do país, atuando como empresa pública autônoma. Recentemente, o banco tem enfrentado grande carência de funcionários, com o efetivo da empresa reduzindo de 101 mil funcionários, em 2014, para 85 mil ao final de 2018.
O quadro ruim se origina do fato de, nos últimos anos, a Caixa ter promovido diversos planos de demissão e aposentadoria, sem que houvesse novos concursos e convocações para repôr as perdas de pessoal.
Último Concurso Caixa foi realizado em 2014
A última seleção para a Caixa Econômica Federal foi realizada no ano de 2014. O concurso teve o Cebraspe (antigo Cespe-UnB) como banca organizadora e reuniu mais de 1 milhão de inscritos. Foi formado um amplo cadastro de reserva para os cargos de técnico bancário, de nível médio, médico do trabalho e engenheiros, de nível superior.
Os candidatos foram submetidos a duas avaliações escritas, uma de caráter objetivo e outra de caráter discursivo. A prova discursiva se resumiu a elaboração de uma redação dissertativa de trinta linhas. A prova objetiva seguiu o modelo padrão do Cebraspe, composta por 120 questões de Certo e Errado, onde cada resposta incorreta anulava uma certa. A divisão das questões foi:
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Língua Portuguesa – 14 questões
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Conhecimentos Básicos – 36 questões
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Conhecimentos Específicos – 70 questões
Presidente afirmou que empresa não será privatizada
Apesar dos rumores de uma possível privatização que rondam diversas empresas públicas com a presidência de Jair Bolsonaro, a Caixa pelo menos parece estar resguardada. O presidente empossado no início deste mês, Pedro Guimarães, confirmou que a Caixa Econômica não será privatizada nos próximos anos.
Segundo Guimarães, o que na realidade ocorrerá será uma abertura de capital das subsidiárias do banco. Este capital, por sua vez, será reinvestido no Tesouro Nacional ao longo dos próximos quatro anos. A justificativa apresentada pelo mandatário é a reposição de um repasse de 40 bilhões feitos pelo Tesouro.




