A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis encaminhou ao Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) um novo pedido de concurso ANP, para o preenchimento de 132 vagas em cargos dos níveis médio e superior.
Como antecipado pela equipe de reportagem da DEGRAU CULTURAL, o objetivo é suprir a totalidade da vacância na estrutura da ANP. Hoje, a agência possui 132 cargos vagos, abrangendo os seguintes cargos
- Técnico administrativo – 14;
- Técnico em regulação de petróleo e derivados e gás natural – 13;
- Analista administrativo – 25;
- Especialista em geologia e geofísica de petróleo e derivados e gás natural – 21;
- Especialista em regulação de petróleo e derivados e gás natural –
As carreiras de técnico administrativo e técnico e regulação exigem o nível médio, já as demais, formação superior. Já as remunerações variam de R$8.648,17 a R$17.413,35. Os valores, que já incluem R$1 mil de auxílio-alimentação, podem ser vistos a seguir
- Técnico administrativo – R$8.648,17;
- Técnico em regulação de petróleo e derivados e gás natural –R$9.053,32;
- Analista administrativo – R$16.050,25;
- Especialista em geologia e geofísica de petróleo e derivados e gás natural – 21;
- Especialista em regulação de petróleo e derivados e gás natural –R$17.413,35.
A expectativa é de que o concurso seja autorizado pelo MGI. Afinal, a ANP foi uma das poucas agências reguladoras que ainda não recebeu aval para contratar novos servidores na atual gestão do presidente Lula.
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Último concurso aconteceu em 2015
O último concurso ANP aconteceu em 2015, quando a agência abriu 34 vagas, sendo 20 para técnico administrativo e 14 para técnico em regulação. No total, foram 24 para o Rio de Janeiro, onde fica a sede da agência, e dez para o Distrito Federal.
Para técnico em regulação, houve oportunidades para duas áreas: geral (nível médio) e técnico em química (nível médio/técnico). Para concorrer a técnico administrativo, foi exigido apenas o nível médio. A organizadora foi Fundação Cesgranrio.
Os candidatos foram avaliados por meio de provas objetivas e de redação, que foram aplicadas na mesma data. A primeira avaliação contou com 60 questões, sendo 40 de Conhecimentos Básicos e 20 de Conhecimentos Específicos. As disciplinas podem ser conferidas abaixo:
CONHECIMENTOS BÁSICOS (PARA OS DOIS CARGOS)
- Língua Portuguesa;
- Língua Inglesa;
- Noções de Informática;
- Conhecimentos Gerais (Direito Administrativo, Constituição da República Federativa do Brasil, Estrutura da indústria do petróleo, gás natural e biocombustíveis e Noções de estrutura e regulação da indústria petrolífera).
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS (TÉCNICO ADMINISTRATIVO)
- Matemática;
- Contabilidade Pública;
- Noções de Administração de Pessoal, de Material e Serviços;
- Noções de Arquivologia.
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS (TÉCNICO EM REGULAÇÃO – ÁREA GERAL)
- Noções de Direito Penal;
- Noções da Lei das Penalidades;
- Noções de Processos Administrativos;
- Noções de Defesa da Concorrência e Políticas Pró-competitivas;
- Matemática.
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS (TÉCNICO EM REGULAÇÃO – TÉCNICO EM QUÍMICA)
- Química Geral e Inorgânica;
- Química Orgânica;
- Físico- Química;
- Química Analítica;
- Petróleo e seus derivados.
Foi aprovado na prova objetiva quem obteve 50% de aproveitamento e não zerou qualquer disciplina. A redação foi a elaboração de texto dissertativo-argumentativo, entre 25 a 30 linhas. Foi preciso obter 60% de aproveitamento para ser aprovado.
Caso um novo concurso ANP seja autorizado, os aprovados serão contratados pelo regime estatutário, que assegura estabilidade no emprego, após três anos de estágio probatório.




