Fumarc havia prorrogado as inscrições até 23h59 do dia 30 de outubro para o concurso de 200 vagas oferecidas pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Saiba como se cadastrar!
No mesmo dia em que os brasileiros voltam às urnas para eleger o Presidente da República que irá administrar o país nos próximos quatros e o governador, em 12 estados que haverá segundo turno, a Fundação Maria Resende Costa (Fumarc) encerrará o prazo de inscrições para o concurso da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, que foi prorrogado até 23h59 do dia 30 de outubro.
Quem ainda não se candidatou para concorrer às 200 vagas oferecidas, precisa se apressar para preencher o formulário de inscrição, selecionando o cargo de interesse e também se pretendem disputar as vagas de ampla concorrência ou às reservadas para pessoas com deficiência.
Para que o cadastro seja concluído, é necessário que o candidato efetue o pagamento da taxa de inscrição até a segunda-feira, dia 31, no valor de R$96 (para técnico de apoio legislativo e demais cargos de nível médio) e de R$182 (para carreiras de nível superior). Essas taxas deverão ser quitadas somente através de boleto bancário, não sendo aceitos pagamentos realizados via depósito em caixa eletrônico, transferência ou depósito em conta-corrente, DOC, TED, PIX, cheque, cartão de crédito, ordens de pagamento, entre outras. Também precisarão pagar a taxa de inscrição os 6.708 candidatos que solicitaram a isenção, mas que tiveram o pedido negado pela Fumarc.
Provas marcadas para janeiro e fevereiro
Apesar da prorrogação do prazo de inscrições, a banca organizadora do Concurso AL MG manteve a realização das provas objetivas para o dia 29 de janeiro de 2023, para candidatos a cargos de nível médio, e em 5 de fevereiro, para quem se inscreveu nas funções destinadas a quem tem graduação.
A estrutura das provas e as disciplinas que fazem parte delas variam de acordo com o cargo escolhido pelo concurseiro. Quem se candidatou a técnico de apoio legislativo, por exemplo, terá de responder a 50 questões de múltipla escolha, sendo 15 de Língua Portuguesa, 15 de Raciocínio Lógico, dez de Matemática e dez de Noções de Direito.
No mesmo dia da prova objetiva, os candidatos a todos os cargos (exceto para policial legislativo) ainda passarão pela etapa discursiva, em que terão de responder a duas questões discursivas voltadas à interpretação textual. Para ser aprovado e avançar rumo às etapas seguintes do concurso AL MG, o candidato a técnico de apoio legislativo, por exemplo, precisará:
- Atingir o mínimo de 44% dos pontos totais atribuídos à prova objetiva;
- Não zerar em nenhuma das disciplinas da prova objetiva;
- Atingir o mínimo de 60% dos pontos totais atribuídos ao somatório da pontuação da prova objetiva e discursiva;
- Não zere na prova discursiva.
O edital publicado no fim de julho determina que serão corrigidas as 1.100 redações dos candidatos a técnico mais bem classificados na prova objetiva, sendo mil para ampla concorrência e 100 na reserva para PCDs.
No caso dos candidatos a policial legislativo, por exemplo, ao invés de prestarem a prova discursiva, eles serão submetidos a um teste físico, avaliação psicológica, investigação social.
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Metade das vagas será para nível médio
Assim que homologar todas as etapas de avaliação, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais convocará os 200 novos servidores para ocuparem os cargos a que tem direito. Metade dessas oportunidades serão destinadas a carreiras que exigem o nível médio de escolaridade.
A maioria das vagas oferecidas nesse nível pertence ao cargo de técnico de apoio legislativo – 80 vagas. Essa carreira concederá aos aprovados ganhos no valor de R$6.654,23, para carga de apenas 30 horas semanais. O valor é composto por R$5.351,73 de vencimento-base e R$1.302,50 de auxílios-transporte e alimentação.
As outras 11 vagas serão destinadas a carreiras que exigem nível médio/técnico e 89 para nível superior, com remunerações de R$6.654,23 e R$11.394,08, respectivamente.
Todos os novos servidores ainda terão direito a receber assistência médica e assistência odontológica, ambas subsidiadas. As contratações ocorrerão pelo regime estatutário, que assegura estabilidade no emprego, após três anos de estágio probatório.




