Fundação Cesgranrio será a banca que organizará o próximo concurso da da Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro. Edital fica próximo de sair!

Conforme noticiado antecipadamente pela reportagem da DEGRAU CULTURAL na última semana, a Fundação Cesgranrio foi contratada para organizar o novo concurso aberto pela Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro (AgeRio). Com isso, o edital com vagas para cargos de nível médio e superior poderá ser publicado a qualquer momento. 

De acordo com o que foi publicado no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira, 2 de junho, a empresa foi contratada por um valor de R$95.343,66 durante um período de 24 meses de trabalho. O contrato foi assinado no último dia 1o de junho.

A Fundação Cesgranrio, no último ano, teve a responsabilidade de organizar o maior concurso público da história: o de escriturários do Banco do Brasil. Além dessa seleção, também ficou à frente das seleções de técnicos bancários (com vagas exclusivas para PCDs) da Caixa Econômica Federal e o recente concurso da Eletronuclear. 

Agora, a banca assumirá a organização de um concurso em um órgão pertencente à Prefeitura do Rio de Janeiro, com vagas para os cargos de assistente administrativo, analista de desenvolvimento, advogado e engenheiro. Somente a primeira função exige nível médio de escolaridade, enquanto as demais são voltadas para quem já possui formação superior.

À princípio, a remuneração para os futuros assistentes administrativos girará em torno de R$3 mil. Para analista (graduação em várias áreas), os rendimentos são de R$5.261,08. Já para advogado e engenheiro, os valores são de R$8.233,42. A AgeRio oferece auxílio-alimentação de R$562,76; auxílio-refeição de R$776,31; planos de saúde e odontológico e auxílio creche/babá/excepcional. Os aprovados serão contratados por meio do regime celetista.

Quando aconteceu o último concurso da AgeRio?

A AgeRio não realiza um novo concurso desde 2014, quando foram oferecidas 15 vagas de trabalho, sendo três foram para advogado, duas para engenheiro civil e 12 para analista de desenvolvimento, todas de nível superior. A organização das etapas de avaliação ficou a cargo da Fundação Dom Cintra

Nas provas objetivas, os candidatos tiveram de responder a dez questões de Língua Portuguesa, dez de Raciocínio Lógico e 30 de Conhecimentos Específicos (dez de Economia, dez de Administração e dez de Contabilidade), com cinco opções de resposta.

Os candidatos também tiveram de prestar uma prova discursiva, em que os candidatos tiveram de responder uma única questão sobre algum tema relacionado a agências de fomento. Na época, foram corrigidas as provas dos 150 primeiros classificados aprovados na Prova Objetiva. 

De acordo com o edital publicado na época, esse concurso teve um prazo de validade de dois anos, tendo a possibilidade de ser prorrogado por mais dois anos. 

 

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