O Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) já iniciou conversas com órgãos e autarquias que receberam autorização para abrir concursos ainda este ano. O objetivo é verificar a adesão deles ao CNU 2025.
A previsão é que os retornos sobre a participação sejam enviados até o início de novembro, com a maioria dos órgãos demonstrando interesse em integrar esta nova edição.
É importante destacar que, até o final do ano, o governo federal planeja autorizar mais de mil vagas em diversos setores. A intenção é que esses órgãos também sejam convidados a participar do CNU, possibilitando uma oferta mais ampla de oportunidades.
A definição final do concurso dependerá de uma análise detalhada da primeira edição, realizada este ano. A ministra da Gestão, Esther Dweck, enfatizou a importância de entender o que funcionou bem e o que precisa ser ajustado:
"Uma análise cuidadosa é essencial para a decisão final", declarou em entrevista ao jornal Jota.
O CNU representa um modelo inovador de seleção para o Poder Executivo Federal, reunindo em uma única prova a oportunidade de concorrer a vagas em diferentes carreiras.
Na primeira edição, foram oferecidas 6.640 vagas em mais de 20 órgãos, um formato que facilita o acesso aos candidatos, pois a prova foi aplicada em 228 cidades em todo o Brasil, ao contrário da tradição que limitava os concursos federais a Brasília ou às capitais.
Confira quais órgãos não devem participar do CNU 2025
Para a realização desta nova edição, é fundamental que um número mínimo de órgãos com autorização para provimento de vagas manifeste interesse em participar. Contudo, alguns órgãos, como o Ibama e o ICMBio, já iniciaram os procedimentos para a realização de seus próprios concursos, escolhendo bancas organizadoras de forma independente.
Os órgãos que, até o momento, não devem integrar o CNU 2025 incluem:
- Ibama;
- ICMBio;
- Agência Nacional de Mineração (ANM);
- Superintendência de Seguros Privados (Susep);
- Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN);
- Agência Espacial Brasileira (AEB).
Essas instituições estão em estágios avançados na escolha de suas bancas, com a ANM, por exemplo, já contratando o Cebraspe.
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Além disso, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação já publicaram seus editais, o que os exclui da nova edição do concurso.
Veja quais órgão devem aderir ao CNU 2025
Enquanto alguns órgãos declinam a participação, outros já demonstraram interesse em integrar o CNU. O Ministério da Previdência Social, a Fundação Joaquim Nabuco e a Biblioteca Nacional são exemplos de entidades que podem se somar ao concurso.
A Fundação Joaquim Nabuco já confirmou sua participação na segunda edição do CNU, segundo declaração de sua diretora de Planejamento e Administração, Aida Maria Monteiro.
O governo federal também prevê a autorização de mais 3 mil vagas em concursos até o final do ano, abrangendo áreas como Cultura, Polícia Federal, Relações Exteriores e Saúde. Com isso, as chances de adesão de novos órgãos ao CNU 2025 continuam a crescer, aumentando a expectativa dos candidatos.
Assim, o cenário para o CNU 2025 é promissor, mas a confirmação e os detalhes finais ainda dependem de decisões que serão tomadas nas próximas semanas.
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