Excelentes notícias para os concurseiros de todo o Brasil! O secretário de Desestatização e Desinvestimentos do Ministério da Economia, Salim Mattar, informou que as estatais Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, BNDES e Petrobras não serão privatizadas. A declaração foi dada em evento realizado em São Paulo, na última quarta-feira (3).

As empresas citadas, quatro das maiores estatais do país, vem sendo vinculadas a rumores privatização desde a vitória de Jair Bolsonaro nas eleições do ano passado. O novo governo, apesar de admitir a intenção de realizar privatizações, tem reforçado a intenção de manter o controle sobre as empresas consideradas “estratégicas”.

A meta final do governo federal é arrecadar 20 bilhões de dólares para os cofres da União até o final de 2019, o que equivaleria R$77 bilhões. O secretário informou que, até este mês de abril, já foram arrecadados US$ 3,433 bilhões, através de vendas de ativos, desinvestimentos e concessões na área de infraestrutura.

A maior parte das concessões e privatizações deve seguir esta tendência, se concentrando na área de infraestrutura (aeroportos, áreas portuárias, distribuidoras, subsidiárias etc.). Com isso, não há por que desanimar, pois as vagas concursadas para as estatais continuarão surgindo nos próximos meses/anos.

Caixa Econômica não abre concursos para técnico desde 2014

A última seleção da Caixa Econômica, contemplando o cargo de técnico bancário, foi realizado há quase 5 anos, em 2014. Na ocasião, foram convocados quase 3 mil novos técnicos para agências localizadas em diversos municípios, de norte a sul do Brasil.

O cargo de técnico bancário requer apenas formação de ensino médio. Os ganhos iniciais da carreira são de R$2932,32, incluindo benefícios.

A expectativa é de que a Caixa trabalhe em uma nova seleção para este ano ou o próximo, visando cobrir as carências que ainda persistem. Sobre a privatização do banco, o atual presidente, Pedro Guimarães, informou no início do ano que isso não faz parte dos planos:

"Vamos abrir o capital de subsidiárias e utilizar esse dinheiro para pagar o Tesouro. Em quatro anos. Com calma, tranquilidade. Não há privatização da Caixa. Nem pensar. O que há é venda, abertura de capital de subsidiárias" afirmou, em entrevista do G1

 

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