Eu era repositor de supermercado. Devido ao salário e como eu via que não poderia crescer no ramo, decidi estudar para proporcionar uma vida melhor para a minha família. E a PRF a carreira é única e isso facilita muito.
Já passei em outros concursos: gari do Rio de Janeiro e Polícia Civil de São Paulo. Pensei que iria passar no
concurso de 2019 da PRF, aí fiquei por quatro pontos, mas eu não desisti e logrei êxito. Eu estudava de segunda a segunda. Não tinha férias, não tinha nada, eu acordava pensando no Concurso da
PRF, e dormia pensando. Eu sou uma pessoa muito ansiosa, tive que trabalhar o psicológico para chegar lá no dia e não ficar desesperado. Agi mais como se fosse um simulado igual o que fiz aqui na Degrau Cultural. Eu conheci a Degrau em 2014, quando fiz o concurso para a Polícia Militar. E depois eu voltei e não parei desde então. Ah, eu sou suspeito para falar da Degrau. Ela me abriu as portas, fez tudo por mim quando
eu mais precisava, entendeu? Ela foi fundamental. Sem ela, eu não conseguiria o êxito. Tanto uma pessoa que mora em comunidade como a pessoa que mora em zona sul pode ser um concurseiro. O diferencial é o foco. Se você tiver foco, você chega em qualquer lugar. O concurso público é uma fila. Me falaram isso há uns dois, três anos, e eu falei: “não é”. Mas realmente é uma fila. Se você continuar, se dedicar, colocando seu
tijolinho, indo todos os dias nos seus estudos, uma hora o seu castelo vai
estar pronto e será a sua aprovação.

