Eu fui sargento temporário do Exército durante 8 anos, mas saí e fiquei desempregado. Atualmente atuo como servidor público municipal. Me inscrevi no Concurso da PRF porque me identifiquei com o cargo. Na minha época das Forças Armadas tive a oportunidade de trabalhar mais próximo da PRF e ver a atuação dela durante os Jogos Olímpicos. Acredito muito que tenho vocação. Esse não foi o meu primeiro concurso. Prestei concurso para a Polícia Civil de SP. Tentei duas vezes. Não obtive êxito. Faz parte da vida de um concurseiro. Ainda fiz o Concurso da PRF em 2019; não obtive êxito também, inclusive, tomei uma saraivada real, e na semana seguinte a esse concurso, fui aprovado na Guarda Municipal de Niterói, onde me encontro no cadastro de reserva, aguardando ser chamado. Tinha vontade de desistir a toda hora, a todo momento. Mas tinha que manter meu foco mesmo com todas essas dificuldades. Minha rotina de estudos, realmente, variava bastante. Eu não contabilizava se eram 5, 10, 12 (horas) líquidas, mas estudava todos os dias, sem exceção, e, na verdade, como eu comecei a trabalhar nesse período pré-prova, eu dividia esse tempo com tempo de trabalho. No meu horário de trabalho, qualquer intervalo que tinha, lia alguma coisa, pegava um resumo, fazia umas questões e tudo mais. E quando voltava para casa, no final da tarde, tomava um café, praticava uma atividade física, e ia até onde meu corpo aguentava. Nesse processo todo, tivemos várias dificuldades, mas acho que a maior foi me manter acreditando que daria certo. Inicialmente, depois de 1 ano, estudando meio que sem rota, sem rumo, procurei a Degrau Cultural, porque ouvia relatos de pessoas que foram aprovadas estudando pela Degrau, ouvia que era um bom curso e que te dava suporte. E aqui a gente tem o processo de monitoria, que os professores nos auxiliam, “não façam assim”, “façam desse jeito”, “se organizem”, “façam revisão”, e isso foi o que fez diferença. A gente foi apoiado, monitorado, estruturado, até a última etapa do concurso. Então, fez 100% de diferença, 1000% o apoio, a estrutura da Degrau Cultural. Eu brinco que o perfil de concurseiro é o cara que pensa grande e acredita nele mesmo. Eu, por exemplo, moro em comunidade, então acho que não existe esse estereótipo, é só mais uma ideia de acreditar em si, que é real, que vai dar certo, e que o sonho é possível. O conselho que tenho para o cara que quer estudar para concurso público, seja de qualquer área, é que ele acredite nele, acredite que vai dar certo e estude com antecedência. Não espere o edital do seu concurso. Trabalhe com monitoria, com apoio, não estude sozinho, faça muitas questões, faça muitas revisões, e acredite que vai dar certo!<

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História de aprovação
Gabriel Pinheiro
Policial Rodoviário · Polícia Rodoviária Federal
O depoimento
